10 Comentários

  1. Karina   •  

    Esta é uma das minhas palestras favoritas do Osho!

    O raciocínio dele é tão simples, tão claro. Ele apenas joga de volta para as pessoas o problema da interpretação literal das mitologias de criação (com ênfase aqui na judaica/cristã); interpretação essa que é não apenas promovida mas cegamente defendida pelas religiões. Como algo já criado, portanto pronto e acabado, pode evoluir? E no entanto a evolução é indiscutível, já está fartamente observada e documentada – ao contrário de “Deus”, que é uma ideia, uma crença variável, acidental: dependendo de onde a pessoa nasce, Deus é um tipo, defende uma religião, etc.

    Saramago, um pouco antes do lançamento de “Caim”, fez um dos comentários mais simples, porém brilhantes (a exemplo desse vídeo do Osho) sobre o problema da crença religiosa (se referindo principalmente ao papa) quando fala que o religioso acredita num “Deus que jamais viu, com o qual nunca sentou para tomar um café”. Sem querer, ele foi mais místico do que muitas pessoas religiosas acreditam ser!!!

    Ah, eu “se” empolguei Eduardo! rsrsrs
    Em resumo, esse tipo de “lógica ilógica” que tu mencionou é sempre a melhor, pois te coloca direto no “caminho do meio”…. :-)

  2. Rita Trevisan   •  

    O raciocínio de Osho é sempre muito interessante.
    Algumas religiões Cristãs dizem que Deus criou o mundo em 7 dias, o que na realidade é uma alegoria, assim como muitas outras que existem nas passagens bíblicas que o homem teima em tomar ao pé da letra. Deus continua criando tudo, continua sua criação.
    Para Deus a teoria da Existência ou inexistência Dele não importa, isso para ele é banal, assim como um pai não se importa com as teorias ingênuas de seu filho.
    Há tantas coisas que não vemos e nem por isso não existem, como o ar por exemplo, não conseguimos enxergá-lo mas sabemos da sua existência…
    Uma pergunta, será que os peixes não enxergam a água assim como nós não enxergamos o ar? Rsrs…
    Um abraço!!

    • Eduardo O. Carvalho   •     Author

      Verdade Rita! Para algumas tradições, a “realidade” só pode ser vista quando atingimos um elevado nível de consciência. Obrigado pelo comentário e pela visita!

  3. Nilsa   •  

    Depois de ver e rever o video de Osho , penso que ele coloca -nos para reflexão, Deus no contexto do Cristianismo e da Religião . Ai entramos no caminho das interpretações .
    Porem nos instiga a ter um “olhar”, não no que aprendemos, mas no que sentimos ; a não aceitar apenas o que nos foi imposto, mas buscarmos em nossa essência o “Deus” que habita em nós .

  4. Daniel Behnke   •  

    Muito bem colocado “preste muita atenção….”, pois ele fala tão devagar que tem que realmente prestar muita atenção para companhar.Rsrsrsrsrsrs.

    O que o Osho coloca como raciocínio talvez nem tenha nada de tão profundo (apesar de eu achar que tem), talvez ele simplesmente esteja fazendo uma sátira ao tipo de Deus de uma determinada religião. O que é muito cabível, uma vez que Deus nao criou religiões, quem criou-as fomos nós, e sem a autorização Dele, usamos seu nome em vão, tornando algo fácil de banalizar, como é feito por dezenas de religiões. Da mesma maneira que ele pode ter satirizado o Deus da religião católica nesse discurso, ele também pode facilmente satirizar de outras, pois as religiões quase sempre inventam coisas que Deus nunca fez ou nunca “disse”.

  5. Tatiana Schafer   •  

    Olá Prof :Eduardo,

    Realmente o vídeo é muito interessante, pois acredito que Deus está em cada um de nos, e já que mundo existe somente no mundo espiritual e vibracional, vibramos através de nossos pensamentos e ações, construindo assim o nosso mundo material que primeiro existiu no mundo espiritual, pois tudo não passa de uma criação da nossa mente…As religiões existem para podar a população, disse Deus: “Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás.” quando resolvemos provar da árvore do conhecimento dai começou o mundo material, a cobiça, a vergonha, o medo, a escuridão etc…no mundo espiritual não existe nada disso, tudo é belo e imortal. resumindo, tudo é vibração e a verdade está em nossa mente, é nos que criamos os nossos Deuses…Desculpa pela viagem…Saudações

  6. Luciana Rubini Tambosi   •  

    Instigante…. sobre esse deus personificado que nós é praticamente imposto pelas religiões, fica a questão: deus nos criou ou nós criamos deus?

  7. Marcelo   •  

    Ora, como planejado pelos iniciados ocultistas,
    as interpretações de D-us estão equivocadas !.
    Estudem o ocultismo desde sua base, dos primórdios da humanidade e suas influências com as religiões (os senhores do mundo não possuem religião ) e saberão o que estou tentando expor o que é proibido aos profanos.
    Shalom aleikhem !.

  8. Cláudio Cesar de Lima   •  

    Ao se ler a Bíblia com olhos de um estudioso ( estudioso não no sentido de “seguir” o que ali está escrito), podemos notar a pequenez desse deus que ali está, Jeovah, com todo o devido respeito às pessoas que preferem tê-lo como o criador. Há muita chacina, muito rancor por nada, muito corte pela espada, algo completamente desnecessário, creio, a um Deus. Vemos também que as histórias se repetem, ou antes, se revezam em outras civilizações muito antes mesmo da terra ter sido “criada”. Portanto, é tolice acreditar nessa hipótese e Osho está sempre correto e poderíamos até supô-lo um … hummm… pequeno deus?
    Há ainda muitos mistérios aos quais as pessoas talvez mesmo diante das verdades não gostarão de saber, preferindo a escuridão ao fato de durante toda a sua existência estarem erradas. Todas as civilizações tiveram um deus e todos sofreram com esse deus, e todos receberam a mensagem que ele voltaria, assim como fomos ensinados. Tudo balela! Principalmente se vier num estrondo, acompanhado por legiões de anjos e outros absurdos. Por que a necessidade de tal aparato?
    Lascaux, Nazca, a Porta do Sol e outras inscrições ainda não decifradas têm muito a nos dizer.
    Enquanto isso, que tal se pelo menos admitirmos a hipótese de ser de outra forma? Não digo de não ter um deus, mas um deus que não se importa, que não pune, que não castiga apenas por não seguirem seus mandamentos; algo, ou se preferirem, Algo muito, muito maior. Talvez sejamos nós mesmos.

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