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Nós que aqui estamos por vós esperamos

Para quem gosta de um documentário de “primeira”, minha indicação dessa semana com certeza o deixará satisfeitos. Documentário brasileiro de 1998, dirigido por Marcelo Masagão, foi premiado no Festival de Gramado em 2000 por sua montagem e no Festival do Recife como melhor filme, melhor roteiro e melhor montagem. E como isso só não bastasse, uma trilha sonora que encaixa perfeitamente na proposta do filme. Porém não é para ser visto de qualquer jeito, precisa que você disponha a ter esses 70 minutos para, com atenção, viajar pelo século XX. Sem diálogos (são mesmo desnecessários), o documentário nos mostra a caminhada da humanidade desde 1900 até o ano 2000 e explica como estamos onde estamos. Se puder, baixe o documentário e guarde em sua biblioteca na pasta “melhores”.

Tudo é incrível

 

O  vídeo dessa semana é realmente especial! Assisti no site do “inconsciente coletivo” (recomendo a visita pelo excelente conteúdo), e não tem como não nos tocar. Já escrevi em alguns textos sobre a importância de termos um sonho, um objetivo. Isso nos faz estarmos realmente “vivos” na acepção da palavra. A história desse homem é emocionante!

É provável que o helicóptero nunca saia do chão na visão dos racionalistas, mas será mesmo que isso precisa acontecer?

Alguns podem chamá-lo de louco, para mim, um exemplo!

Assistam (dura só 10 minutos) e, depois, tirem mais cinco minutos para pensar…

Boa semana!!

 

“O estranho misterioso”

 

Recebi a indicação desse vídeo e quero compartilhar com os assinantes e leitores do blog. Trata-se de um trecho de 5 minutos do filme “As aventuras de Mark Twain” de 1985. O trecho em questão foi retirado (censurado), já que o público-alvo é infantil, o que é uma pena, já que uma criança, do seu jeito, poderá tirar muito proveito dele. Assistam e, se quiserem, deixem seus comentários.

Aproveito para informar que o Curso de Radiestesia teve sua data transferida para 24 e 25 de novembro em São Bento do Sul.

http://www.youtube.com/watch?v=24dea1MEXlA

 

 

Alexandria (Agora)

Recentemente em uma aula, quando falávamos da dificuldade de assumir quem realmente somos, já que a “normose” vigente obriga as pessoas a alienarem-se de si mesmas, um aluno sugeriu que esse filme ilustrava bem o assunto. E ele tem razão! O filme Alexandria (Agora) retrata a história de uma filosofa e astrônoma, vivida pela excelente Rachel Weisz ( que estrelou “O jardineiro fiel”) que ensinava na famosa biblioteca de Alexandria, considerada uma das maravilhas da humanidade, na época sob domínio romano. O filme mostra a chegada do cristianismo e a intolerância religiosa que levou a destruição da biblioteca e outros conflitos. Nossa heroína luta por manter-se fiel a si mesma em meio a politica e os interesses religiosos, mostrando como é fácil manipular as massas. Destaque especial para a fisionomia de um fanático na cena em que atira uma pedra no rosto do prefeito por ele se recusar a ajoelhar-se diante da autoridade religiosa. Vale a pena conferir um pouco da verdadeira história e avaliar como tem certas coisas que não mudam em sua essência.

Passados 1800 anos, a humanidade continua como as crianças pequenas fazem; discutindo que seu “pai” é melhor que o “pai” do outro…

 

Que tal um bom filme?

Nesse semana sugiro um filme que tem muita ligação com vários de nossos artigos. “Tão forte e tão perto” é um filme de atores e conteúdo! Três gerações de atores contam uma estória que mostra que não existe certo nem errado na maneira que interpretamos qualquer acontecimento, basta assumirmos essa versão como verdadeira para nós. Do menino (Tomas Horn) , passando por Tom Hanks e Sandra Bullock e tendo a emocionante participação do veteraníssimo Max Von Sydow (que não precisa dizer nada para transmitir muita emoção), esse filme mostra que não precisamos de efeitos especiais, perseguições e cenas “picantes” para mostrar que o cinema ainda e sempre será um dos melhores meios de nos fazer pensar.

Seja por que caminho for, quando temos um “sentido”, sempre chegamos lá!

Segue abaixo a resenha oficial e o link para o trailer.

 

O trailer mostra o começo da história do pequeno Oskar (Thomas Horn) desde o doloroso sentimento de perda ao poder de cura da autodescoberta, no trágico cenário dos acontecimentos de 11 de setembro.

Em “Tão Forte e Tão Perto”, Oskar Schell, aos 11 anos de idade, é uma criança excepcional: inventor amador, admirador da cultura francesa, pacifista. Depois de encontrar uma misteriosa chave que pertencia a seu pai, que morreu no World Trade Center no 11/09, ele embarca em uma incrível jornada — uma urgente e secreta busca por um segredo pelas cinco regiões de Nova York. Enquanto Oskar vaga pela cidade, ele encontra pessoas de topos os tipos, todos sobreviventes em seus próprios caminhos. Por fim, a jornada de Oskar termina onde começou, mas com o consolo da experiência mais humana de todas: o amor.